Quais os caminhos para a Especialidade em Dermatologia no Brasil

Três formatos de estudo credenciam os profissionais a realizarem a prova do TED: residência médica, estágio com profissionais habilitados e a pós-graduação Lato Senso.

A busca pelo título de Especialista em Dermatologia é cada vez mais cobiçada por profissionais da medicina. O mundo se voltou para imagem; não diferente, a autoimagem passou a ser um ativo importante para qualquer pessoa, seja pela aparência ou para a saúde. Tecnologias avançadas, desenvolvimento de produtos e protocolos abriram um leque gigantesco de atuação para os profissionais dessa área.

Mas a oferta de residência médica em dermatologia não caminhou na mesma velocidade. Atualmente, em Porto Alegre são menos de 6 vagas são abertas anualmente para quem almeja o título na área. Esse cenário aumenta muito a concorrência por essas vagas.

Lembramos que, mesmo depois da residência, o profissional ainda precisa, obrigatoriamente, passar pela prova de título da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD). Apenas com a aprovação neste exame é que o médico recebe o TED – Título de Especialista em Dermatologia.

A residência médica é a forma clássica para obter a titulação, no entanto, existem duas outras opções para estar apto a fazer a prova e, se aprovado, receber o título na área dermatológica.

 Um caminho longo, porém, possível, é estagiar com um especialista na área pelo dobro de tempo da experiência em hospital como residente. No caso da dermatologia, como o processo é de três anos, o estágio supervisionado por profissional da área seria de no mínimo seis anos. Se comprovado o tempo de estágio, o profissional está apto a realizar o teste.

A terceira via, que aqui chamamos de formação moderna, em contraponto com o caminho clássico da residência, é o curso de pós-graduação Lato Sensu, reconhecido pelo MEC. Esses cursos são estrategicamente elaborados para alcançar a experiência prática dos hospitais e ainda oferecer conhecimento teórico ainda mais avançado e completo que os propostos na residência médica clássica.

Isso porque, durante a residência, os alunos passam muito tempo no hospital e precisam, muitas vezes, buscar de forma autodidata o conhecimento teórico, ao contrário dos cursos de especialização que já entregam essas ferramentas como ementa de ensino.

Essa diferença é claramente observada no índice de aprovação no TED.

A MedPós, historicamente, tem o índice de aprovação de seus alunos de 80%, enquanto a média nacional não passa dos 40%. Saiba mais sobre a aprovação dos nossos alunos nesse artigo.

Esse índice se deve ao alto padrão de ensino nas duas abordagens, teórica e prática, e na metodologia de ensino teórico que apresenta uma preparação minuciosa para o teste.

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