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A transformação na educação

O que mudará na educação? O que as transformações impostas a todos os sistemas de ensino deixarão como herança quando o mundo voltar ao “normal”? Ainda não há resposta. Os desafios estão sendo imensos. As instituições estão em posição de aprendiz, tentando reinventar a forma de gerar conhecimento.

A MedPós também precisou reinventar-se e abrir-se para novos formatos sem perder o rigor e a qualidade construída em mais de 20 anos de oferta de cursos 100% presenciais. Saiba como esse processo aconteceu neste artigo.

Não só na área médica, mas a educação como um todo, está passando por profundas transformações. Ensinar, desenvolver, reter e transformar alunos ganharão novas dimensões depois dessa experiência. Analisamos três cenários para entender a desconstrução e reconstrução de conceitos educacionais.

Educação antes da pandemia

O sistema de ensino se configurava de uma forma tradicional em muitas áreas, e ainda resistia a dúvida sobre a eficácia do sistema EAD. Para falarmos da nossa experiência, até o momento, não acreditávamos em um ensino médico de qualidade à distância. Aulas presenciais eram a única forma de repassar conhecimento de forma eficaz.

Assim também funcionavam grandes instituições de ensino, desde as escolas básicas até os cursos de especializações. Havia sim um movimento, lento, de oferta de ensino EAD, mas não havia uma cultura consolidada desse formato.

Na dinâmica tradicional, mesmo que com grandes variações de metodologias e formatos, alguns conceitos se mantinham intactos há décadas: o local era determinado pela instituição, o tempo era determinado pela carga horária e pela duração da aula, o ritmo e o percurso do conteúdo eram determinados pelo professor.

Educação durante a pandemia

A mudança foi repentina e desprezou qualquer escolha, seja das instituições ou dos alunos. Em menos de uma semana, todo o sistema de educação passou a ser adaptado para o sistema EAD. Ainda é muito difícil olhar o cenário com uma visão ampliada para avaliação, uma vez que estamos no meio desse processo. O que se pode dizer é que a dinâmica foi alterada, para o bem ou para o mal.

O local passou a ser a casa dos alunos ou onde quer que ele esteja; o tempo agora, na maioria dos casos, segue a rotina individual, sem o controle da instituição; o ritmo da aula e o percurso também poderão ser alterados a depender do interesse, da retenção e da disponibilidade de cada aluno.

O processo tem evoluções importantes. A autonomia dada ao aluno tornou a educação mais democrática e acessível, assim como o aprendizado se tornou mais disponível e passível de personalização. Alunos poderão adaptar o aprofundamento dos conteúdos conforme seus interesses com muito mais facilidade e liberdade.

Há também os desafios, a dificuldade de interação instantânea e as trocas possibilitadas pela presença física do grupo. Eventos que estão sendo remodelados pelas interações on-line.

Educação pós-pandemia

As incertezas assombram o sistema de ensino; não se tem a certeza de quanto tempo esse período vai durar e como será a saída dele. Mas é possível prever as mudanças que chegaram para ficar. A pandemia está nos ensinando que o sistema EAD pode ser altamente produtivo e que, em alguns casos, ele pode ser a melhor solução. Também mostra que economia de tempo e recursos e o poder de adaptação podem dar acesso ao conhecimento a um número maior de pessoas.

Esse período está evidenciando o poder da tecnologia e ensinando como fazer uso de forma inteligente. É a máquina a serviço do humano. O ensino a distância está aproximando virtualmente pessoas de forma profunda, entendendo que em cada ponta dessas ferramentas existe alguém de carne e osso.

Como não há uma alternativa, estamos aprendendo a expor nossas ideias, questionar e falar de nossos sentimentos por meio da tecnologia. Essa dinâmica é essencial para que o aprendizado aconteça. A tecnologia tende a deixar as relações frias, mas esse período tem ensinado que é possível ter troca humana através de uma câmera.

O que já aprendemos

A MedPós preza pelo estreitamento nas relações instituição-aluno e se esforça para que a distância física não impeça a proximidade, o rendimento, o aprendizado e a transformação dos nossos alunos. Nós já entendemos que isso é possível.

Avaliamos que, mesmo depois que houver a possibilidade de encontros presenciais, alguns conteúdos teóricos poderão ser mais produtivos e mais inclusivos se disponibilizados de forma on-line. Esse período provou que é possível estar junto aos alunos mesmo com a distância física.

Compreendemos que as situações que nos desafiam também alargam nossas visões e nos tornam melhores. Agradecemos imensamente nossos professores e alunos pela colaboração nesse processo de transformação. Estamos todos juntos, cada um em sua casa.

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